O calor do dia ainda pairava no ar quando Sofia saiu do bar da marina de Lagos. Eram quase duas da manhã e a brisa do mar mal refrescava a pele. Vestia apenas um fino vestido de linho branco, sem sutiã, sem cuecas. Os mamilos endurecidos roçavam no tecido a cada passo. Tinha bebido dois copos de vinho branco fresco e sentia o corpo inteiro latejar de desejo.

Ele estava encostado ao muro, cigarro na mão. Rafael. Trinta e muitos, pele bronzeada, barba curta e olhar de quem já tinha fodido muitas mulheres na vida. Tinham trocado olhares a noite toda. Quando ele lhe sorriu devagar, Sofia sentiu a cona contrair-se.

— Vens dar um passeio? — perguntou ele, voz rouca.

— Depende. Onde?

— Praia dos Pinheiros. É ali em baixo. Ninguém a esta hora.

Caminharam em silêncio pela rua estreita até aos degraus de pedra. Assim que os pés de Sofia tocaram na areia ainda quente, Rafael puxou-a contra si e beijou-a com fome. A língua dele invadiu-lhe a boca, possessiva. As mãos grandes desceram-lhe pelas costas e apertaram-lhe o rabo com força, levantando o vestido até à cintura.

— Estás sem cuecas, cabra… — murmurou ele contra os lábios dela. — Já estavas a pensar nisto há horas, não estavas?

Sofia gemeu em resposta e esfregou-se contra a erecção dele, dura dentro dos calções. Rafael enfiou uma mão entre as pernas dela e praguejou baixinho ao sentir a cona completamente molhada, os lábios inchados e escorregadios.

— Porra, estás encharcada.

Dois dedos grossos entraram nela sem aviso. Sofia abriu mais as pernas, gemendo alto enquanto ele a dedoava com força, fazendo um barulho molhado obsceno. O polegar dele esfregava o clitóris inchado em círculos rápidos. Ela sentiu as pernas a tremer.

— Quero-te de boca — disse ele, tirando os dedos e levando-os à boca dela.

Sofia chupou-os, olhando-o nos olhos, saboreando o próprio sabor. Depois ajoelhou-se na areia. Rafael baixou os calções e o caralho saltou para fora: grosso, comprido, veias salientes, a cabeça vermelha e brilhante de pré-gozo.

Ela não hesitou. Lambeu desde as bolas pesadas até à ponta, depois engoliu-o inteiro. Rafael agarrou-lhe o cabelo e fodeu-lhe a boca devagar, empurrando até ao fundo da garganta. Sofia babava-se toda, os olhos lacrimejantes, mas não parava. Chupava com força, girando a língua na cabeça, apertando as bolas com a mão.

— Assim… que boquinha boa, foda-se.

Depois de alguns minutos, ele puxou-a para cima, tirou-lhe o vestido pela cabeça e atirou-o para o lado. Sofia ficou completamente nua sob o luar. Rafael admirou-a um instante: seios firmes, mamilos escuros e duros, cona rapadinha e brilhante de excitação.

Deitou-a na areia e abriu-lhe as pernas. Baixou a cabeça e atacou-a com a boca. Lambeu-a devagar primeiro, passando a língua larga entre os lábios, sugando o clitóris, enfiando a língua dentro dela. Sofia contorcia-se, gemendo alto, agarrando-lhe o cabelo. Quando ele enfiou dois dedos e começou a fodê-la com eles enquanto chupava o clitóris com força, ela gozou pela primeira vez — um orgasmo rápido e violento que a deixou a tremer e a pingar.

Rafael não lhe deu descanso. Virou-a de quatro, agarrou-a pela cintura e enfiou o caralho todo de uma vez. Sofia gritou de prazer. Ele era grosso e enchia-a completamente. Começou a fodê-la com estocadas fortes, fundas, as bolas batendo contra a cona molhada.

— Que cona apertada… estás a apertar-me o caralho todo.

Sofia empinava-se, pedindo mais. O som da pele contra pele misturava-se com o barulho das ondas. Rafael deu-lhe uma palmada forte no rabo, depois outra, deixando a marca vermelha. Agarrou-lhe o cabelo e puxou-lhe a cabeça para trás enquanto acelerava.

— Queres que te foda mais fundo?

— Sim… fode-me, porra… mais forte!

Ele mudou de posição. Deitou-se de costas e fez Sofia sentar-se em cima dele, de frente. Ela desceu devagar, sentindo cada centímetro a abrir-lhe a cona. Quando estava toda cheia, começou a cavalgar com força, os seios a saltarem. Rafael segurava-lhe o rabo, ajudando-a a subir e descer, o polegar pressionando o cu dela.

Sofia inclinou-se para trás, apoiando as mãos nas coxas dele. O ângulo fazia o caralho bater exactamente no ponto certo. Gozou outra vez, contraindo-se violentamente à volta dele, gritando para o céu.

Rafael virou-a de lado, levantou-lhe uma perna e entrou outra vez. Fodia-a devagar agora, profundo, saboreando a sensação. Depois acelerou. O suor escorria pelos corpos dos dois. Ele chupava-lhe os mamilos com força, mordendo ligeiramente.

— Vou encher-te — avisou, a voz rouca.

— Sim… goza dentro… quero tudo.

Com um grunhido animal, Rafael enterrou-se até ao fundo e explodiu. Jatos quentes e grossos encheram a cona de Sofia, transbordando à volta do caralho. Ele continuou a mexer-se devagar, esvaziando-se completamente, prolongando o prazer dela.

Ficaram quietos alguns minutos, ofegantes, ainda unidos. O caralho dele ainda meio duro dentro dela, misturando o esperma com os fluidos dela.

Rafael saiu devagar e observou o esperma a escorrer pela cona inchada de Sofia. Sorriu, passou dois dedos por ali e levou-os à boca dela. Ela chupou-os, gemendo baixinho.

— Ainda não acabámos — disse ele, virando-a de barriga para baixo na areia.

Abriu-lhe as pernas e enfiou o caralho ainda sujo de esperma outra vez dentro dela. Fodeu-a mais devagar, mas fundo, uma mão por baixo a esfregar o clitóris. Sofia gozou pela terceira vez, mais intenso, quase a chorar de prazer.

Quando ele gozou pela segunda vez, encheu-a ainda mais. O esperma escorria-lhe pelas coxas quando ele finalmente saiu.

Deitaram-se lado a lado na areia quente. Rafael puxou-a contra o peito, beijando-lhe o ombro suado.

— Ficas comigo até de manhã? — perguntou.

Sofia sorriu, sentindo o esperma dele a escorrer devagar.

— Fico. E se amanhã à noite repetirmos na minha varanda com vista para o mar?

Rafael riu baixinho e apertou-lhe o rabo.

— Combinado. Mas da próxima vez quero-te de quatro no parapeito… para o Algarve inteiro te ouvir a gemer.